Nesta última quinta-feira (25), o mundo perdeu, aos 50 anos de idade, o ícone Michael Jackson após sofrer uma parada cardíaca. A essa altura, tudo que é site da internet e programa de televisão que se possa imaginar já veiculou algo sobre os detalhes de sua morte e, principalmente, sua importância à História musical, e teremos o assunto como pauta principal ainda por pelo menos uma semana toda. Mas, pelo valor que este popstar (ele é o único ser humano do sexo masculino digno deste rótulo) representou, não podia deixar de prestar aqui sua homenagem.
Sem muitos alongamentos, Michael representa a imagem da fama, do sucesso que marcou o fim dos anos 80 e se arrastou durante todos os anos 90. Inovou no estilo de fazer música dançante embalada com ritmo frenético e solos viajantes de guitarra; inovou no estilo de dançar (preciso citar um tal de moonwalk?!); de se vestir, e até mesmo de fazer videoclipes, cujo os mesmo eram verdadeiros curtas-metragens durando cerca de 10 minutos de duração e com toda uma trama paranóica como pano de fundo.
Foram mais de 700 milhões de discos vendidos, ficando atrás apenas de Elvis Presley e The Beatles entre os recordistas (mesmo assim, seu “Thriller” é o primeiro da lista dos mais vendidos), muito dinheiro arrecadado e uma influência única no meio. Não é à toa que músicos de renome emprestaram seus serviços de graça compondo riffs em canções que entraram para a história, como Eddie Van Halen (“Beat It”) e Slash (“Black or White”).
Mas também sejamos honestos: não é por que ele se foi, que a mídia deveria torná-lo um santo, enquanto a mesma mostrou todo o seu processo de autodestruição. Por culpa dele próprio, é óbvio, mas o mundo todo acompanhou de perto suas polêmicas. Até de cor mudou; balançou o filho bebê pela janela em frente às câmeras; fez inúmeras plásticas no rosto a ponto de ficar parecido com um macaco do filme “Planeta dos Macacos”; se viu envolvido em denúncias envolvendo pedofilia (nem o já crescido Macauly Culkin escapou da polêmica); teve seu imenso parque batizado “Terra do Nunca” queimado; e morreu deixando uma pilha de dívidas absurdas.
Uma verdade é que toda a legião que o admira (ou admirou), vai sentir falta daquele Michael que não existe há mais de uma década. Este que morreu, já há algum tempo estava no ostracismo e servia apenas de piada para filmes de comédia pastelão e programas humorísticos. Quem sabe com sua morte, agora, finalmente respeitem a sua imagem.
De qualquer forma, é impossível deixar em branco toda a influência daquele menino negro que chamou atenção com uma bela voz no fim dos anos 70 nos Jackson 5 e se transformou no astro branco mais poderoso do mundo. Agora, ele irá se juntar a outros nomes que mudaram o nosso jeito de ouvir música, como Elvis Presley, John Lennon, Janis Joplin, Bob Marley e Jimi Hendrix. Michael, vá com Deus!
Matemos saudade do astro com o clipe de “Black or White”:
Na última terça-feira (23), estreou em todo o Brasil o filme “
Qualquer ser que aprecia o bom rock e muita velocidade, certamente já associou o termo ‘liberdade’ a imagem de um veículo a 120km por hora, ao som de ‘Born to be Wild’. A canção do grupo canadense Steppenwolf, embalou o filme
Neste sábado e domingo (20 e 21), o
As apresentações estão marcadas para iniciar às 21h. O Teatro do Humor Cearense fica na Rua Osvaldo Cruz, 01, Beira Mar (prédio do McDonald’s). Ingressos antecipados: loja Nord West (Shopping Benfica) e portaria do Teatro do Humor. Preços: Inteira R$ 30,00, e Meia R$ 15,00. (qualquer um que imprimir o flyer clicando
Ninguém precisa ser minha namorada ou melhor amigo para descobrir que cinema e música são minhas grandes paixões. Por isso, quando estas duas vertentes se juntam, certamente a expectativa é um bom produto, tanto que alguns realmente marcaram (vide “Quase Famosos” e “C.R.A.Z.Y”). Zapeando pela internet, me deparei com este documentário abordando a evolução da guitarra durante os anos, que promete ser obrigatório para qualquer ser humano que admira um acorde do instrumento: “
Ainda faltam quase dois meses, mas essa merece uma divulgação imediata: um mega show promete deixar a nação roqueira do Ceará em êxtase. Nada menos que as bandas
A expectativa é de muito som pesado e solos viajantes de Andreas Kisser, Kiko Loureiro e Rafael Bittencourt (foto à esquerda), trio que, junto, já valeria o ingresso. Angra e Sepultura realizaram shows juntos no mês de maio em Porto Alegre-RS, São Paulo-SP, Rio de Janeiro-RJ, Belo Horizonte-MG, Vitória-ES, e a aprovação foi geral. Então, Fortaleza fica no aguardo deles, e dos “coadjuvantes” de muito luxo que prometem uma noite completa para a ala roqueira do Ceará.
O show de domingo faz parte da turnê do mais recente álbum, “Enigma” (o quarto do grupo, lançado em 2008), em que serão tocadas canções como “The Alibi of Tyrants”, “Me Gusta La Soledad” e “Pieces of the Sun”. Abrirão a noite as bandas:
Nesta terça-feira (16), chega a Fortaleza o diretor do longa-metragem de ficção científica “Área Q”,
Halder e Gerson (na foto à direita, junto com Carina Sanginitto) são parceiros de longas datas. Halder foi produtor do longa “Beyond the Ring” dirigido por Gerson, e a dupla dirigiu junta o eficiente suspense “
No fim dos anos 80 e início dos anos 90, o cenário musical mundial estava dominado pela febre do punk rock e do hard rock. Porém, um novo estilo ganhou seu espaço, fazendo uma mistura da simplicidade do primeiro com a agressividade do segundo: era o grunge. E não existe banda que represente melhor a explosão do estilo do que – perdão Alice in Chains – o
Agora, e o baixista? Alguém se lembra dele? Pois bem, o tempo passou e
Falar da cena do rock dos anos 70 e deixar de fora