Devaneios Alternativos

Por Thiago Sampaio

Arquivos para a Categoria ‘Música’

AC/DC confirmado no Brasil e detalhes sobre ingressos divulgados

Publicado por Thiago Sampaio em 15/06/2009

ACDCBom, pois é! O AC/DC realmente virá para o Brasil, e foi confirmado para o dia 27 de novembro de 2009, no estádio do Morumbi, arena do meu querido São Paulo. Uma data que certamente entrará para a História de todos aqueles que apreciam o bom rock’n'roll de verdade. As vendas dos ingressos se iniciam no dia 1º de outubro, então, como a tendência é que muitos lunáticos fiquem a cada segundo apertando o F5 de seus computadores para a tal venda se iniciar e cada um garantir logo o seu lugar (dou um prazo máximo de 3 dias para tudo se esgotar), mando aqui as informações e preços para as vendas. Para quem pretende acompanhar os detalhes do show em terreno brasileiro, pode acessar ao site www.acdcbrasil.net.  E For Those About the Rock We Salute You…

Realização: TIME FOR FUN (T4F)
Única apresentação: 27 de novembro
Data do evento: Sexta-Feira, 27 de Novembro de 2009
Local: Estádio do Morumbi – Praça Roberto Gomes Pedrosa, 1
Horário: XX:XX
Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 12 anos; 12 anos a 15 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais); 16 anos em diante: permitida a entrada (desacompanhados)
Capacidade: 65.000 lugares

Meio de Pagamento Preferencial: Credicard
Vendas: A partir de 1º de Outubro
Acesso para deficientes
Ar condicionado
Bilheteria Oficial: Credicard Hall – Av. das Nações Unidas, 17.955
Fan Club Oficial: https://signup.acdc.com/
Site oficial do evento: http://www.showacdc.com.br
Site de vendas no Brasil: http://www.ticketmaster.com.br
Vendas pelo fã clube oficial: https://tickets.acdc.com
Venda a grupos: 2846-6232 / grupos@t4f.com.br
Telefones para informações: (11) 2846-6010 / (11) 2846-6010

Ingresso – Normal:

Pista: R$ 250,00
Cadeira Superior: R$300,00
Cadeira Inferior: R$250 ,00
Arquibancada Azul: R$ 170,00
Arquibancada Vermelha: R$ 170,00
Arquibancada Especial Vermelha: R$ 190,00
Arquibancada Laranja: R$ 150,00

Ingresso – Meia-Entrada:

Pista: R$ 125,00
Cadeira Superior: R$ 150,00
Cadeira Inferior: R$ 125,00
Arquibancada Azul: R$ 85,00
Arquibancada Vermelha: R$ 85,00
Arquibancada Especial Vermelha: R$ 95,00
Arquibancada Laranja: R$ 75,00

Informações importantes

- Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário.
- Clientes dos cartões Citibank, Credicard e Diners pagam em 3 vezes sem juros no cartão.
- Clientes dos cartões Citibank, Credicard e Diners que efetuarem compra via internet ou telefone Ticketmaster até 72 horas antes do evento serão isentos de taxa de entrega.

Abertura de vendas

As vendas serão abertas no dia 1º de Outubro nos seguintes horários, de acordo com os locais:
Internet: Ticketmaster, a partir da 00:01 (meia-noite e 01 minuto)
Telefone: 2846-6000 (São Paulo) e 0300 789 6846 (outras cidades), às 9h
Pontos de Venda Ticketmaster: www.ticketmaster.com.br/shwPDV.cfm, às 10h
Bilheteria Oficial (Credicard Hall): às 12h (meio-dia).

Locais de vendas sem taxa de conveniência

Credicard Hall – diariamente, das 12h às 20h – Av. das Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro – São Paulo (SP)

Locas de vendas com taxa de conveniência

Pontos de venda no link: www.ticketmaster.com.br/shwPDV.cfm
Central Ticketmaster: Por telefone, entrega em domicílio (taxas de conveniência e de entrega) (11) 2846-6000 (11) 2846-6000 ou 0300 789 6846, das 9h às 21h – segunda à sábado.

Formas de compra

Pela Internet: Ticketmaster (entrega em domicílio – taxas de conveniência e de entrega)
Formas de Pagamento: Dinheiro, cartões de crédito American Express, Visa, MasterCard, Diners e Cartões de Débito Visa Electron e Rede Shop.

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Metallica é a única banda que acalma macacos

Publicado por Thiago Sampaio em 15/06/2009

MetallicaQue Metallica é uma das bandas mais poderosas do mundo, ninguém tem dúvida. Agora, de que eles tem o poder de deixar macacos mais tranquilos, isso sim é uma novidade no mínimo, bizarra.

Um estudo realizado pelo pesquisador norte-americano Chuck Snowdon e o violoncelista David Tele comparou os efeitos de músicas compostas para humanos em macacos e descobriu que Metallica tem o efeito de acalmar os saguis-de-cabeça-branca.

O estudo colocou a música “Of wolf and man” do Metallica, além de “The grudge” da banda Tool, um trecho de piano do disco “The fragile” do Nine Inch Nails e o “Adágio para cordas” de Samuel Barber para um grupo de 14 saguis. A músia do metallica foi a única que teve efeito sobre o bando, acalmando os animais.

O estudo, pulbicado no “Biology Letters”, quer entender se outros animais têm a mesma relação emocional com a música que os humanos. “Os componentes dos gritos humanos e animais podem ser muito similares, e de uma perspectiva evolucionária, estamos descobrindo que padrões de notas, dissonâncias e ritmo são importantes para comunicar estados afetivos tanto em animais quanto em pessoas”, diz Snowdon ao jornal britânico “The Guardian”.

Eles ainda chegaram a compor músicas exclusivas para os saguis – uma das faixas os acalma, com notas longas, e outra, lembrando gritos de alerta, põe o grupo em alvoroço.

Seria uma certa semelhança do vocalista James Hedtfield e do baixista Rob Trujilo com os primatas?? Enfim…

Fonte: G1

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Um pouco sobre uma das bandas mais marcantes da História

Publicado por Thiago Sampaio em 15/06/2009

ACDCAqui estou eu de volta, e, com vergonha de mim próprio por todo esse tempo sem postar. Quero eu, agora, criar um pouco mais de vergonha na cara. E volto aqui falando  sobre uma banda a qual tenho como minha favorita: AC/DC. Considerando que música é minha principal paixão, e busco diariamente conhecer coisas novas e ouvir um pouco de tudo, imagina-se o apego que tenho por esse grupo australiano.

Músicos geniais? Revolucionários? Longe de tudo isso! O principal mérito do grupo é exatamente não se preocupar em reinventar nada e manter o mesmo rock divertido, sacana, sem compromissos desde o início da década de 70. Nada de se preocupar em passar lições através das letras, eles seguem a filosofia de unicamente transmitir a idéia do rock’n’roll (parem para contar em quantas inúmeras músicas a palavra Rock aparece no título), que envolve rebeldia e diversão com direito a satirizar muito as bandas que se consideram “satanistas”. Tudo como garotos de colégio que se reúnem em garagens apenas para tirar um som que satisfaz a eles próprios. Uns rotulam o grupo como Heavy Metal, outros como Hard Rock, mas a definição deles é a mais precisa: “só Rock!”.

Muitos dizem que eles gravam o mesmo disco há 20 anos e suas músicas são sempre iguais. Uma vez em entrevista, Angus respondeu bem a esses argumento: “nós não gravamos o mesmo disco há 20 anos, nós gravamos o mesmo disco há 30 anos. Sempre vendemos bem, nunca reclamaram e nunca perdemos um fã!”.

Isso, obviamente, se deve também a qualidade dos músicos. O guitarrista e líder Angus Young não é um ícone apenas por se vestir de colegial e dançar os passos “duck walk” enquanto toca sua Gibson SG. Com influências nítidas de blues, o baixinho é um nato riffer, que compõe canções cujas introduções simples ficam na cabeça por toda uma vida, e capaz de elaborar solos mirabolantes muitas vezes até fora do compasso da música. Bon Scott, até morrer engasgado no próprio vômito em 1979,  era um ótimo vocalista com as típicas características do vocal agudo do rock progressivo da época, diferenciado pelo estilo já mais pesado, além de grande compositor.

trioEm 1980, justamente no icônico álbum “Back in Black”, foi substituído por Brian Johnson, que manteve a fidelidade no estilo, apesar de ser um vocal bem mais estridente e peculiar. Brian, por sua vez, tem mais presença de palco, fator que o ajudou a torná-lo símbolo do grupo (sua inseparável boina, por exemplo, já é tão rótulo quanto o traje colegial de Angus). Malcom Young, irmão de Angus e outro fundador da banda, sempre exerceu um ótimo trabalho na guitarra base, arriscando até solar – e bem – em algumas canções como a jurássica “Can I Sit Next to You Girl”. O baixista Cliff Williams e o baterista Phil Rudd são considerados coadjuvantes, apesar de serem ótimos músicos.

Brasil 2010

Shows do AC/DC são marcos que mobilizam nações roqueiras de todo o mundo. Na Austrália por exemplo, 2,3% de todo o país comprou ingresso para conferir a banda que fazia a turnê do último disco “Black Ice” pela Terra dos Cangurus. Na Nova Zelândia, 1 a cada 50 habitantes comprou ingresso. Não é por menos: como se não bastasse o aprecio musical, as apresentações contam com estrutura gigantesca que conta com telões com animações, efeitos especiais, bonecos e sino (“Hells Bells”) que descem pelo teto, e uma série de outras “treconologias”.

Muito se comenta sobre a vinda do grupo ao Brasil, mas por enquanto, nada de concreto. Mas as possibilidades são grandes, e os rumores apontam para as cidades de São Paulo e Porto Alegre (essas horas lamento demais minha Fortaleza ser considerada quase um subúrbio do país). A revista Noize anunciou que seriam feitos shows no dia 28 de novembro em Porto Alegre e, em São Paulo em algum estádio e com data a definir. A matéria ainda cita um show em Buenos Aires, no estádio do Boca Juniors. Já o jornal Destak informa que os australianos farão show único em SP, no dia 6 de dezembro.

Independente dos rumores díspares, fica a expectativa para que tal show (ou shows) aconteça mesmo em terreno brasileiro, pois sempre é bom para o currículo do país receber apresentações de tal nível. Para quem não vive nas regiões Sul-Sudeste, é bom juntar dinheiro desde já.

No repertório da turnê do “Black Ice”, série de clássicos como “Back in Black”, “T.N.T”, “Highway to Hell” e “Thunderstruck”. Lógico, para todo fã faltarão músicas consideradas essenciais como “It’s a Long Way to the Top”, “Given a Dog a Bone” e “Touch Too Much”, mas é entendível perante a imensidão de hits.

Confira abaixo o set-list que a banda vem tocando nos shows:

Rock N Roll Train
Hell Ain’t A Bad Place To Be
Back In Black
Big Jack
Dirty Deeds Done Dirt Cheap
Shot Down In Flames
Thunderstruck
Black Ice
The Jack
Hells Bells
Shoot To Thrill
War Machine
Dog Eat Dog
Anything Goes
You Shook Me All Night Long
T.N.T.
Whole Lotta Rosie
Let There Be Rock
Highway To Hell
For Those About To Rock (We Salute You)

Confira o vídeo da abertura do show realizado em Lisboa:

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Conheça o bebê da clássica capa do Nevermind

Publicado por Thiago Sampaio em 15/06/2009

nirvana-2008Após um certo período sem postar, e depois de levar um “puxão de orelha” do colega Nonato Albuquerque em seu blog por isso, aqui estou eu de volta. E volto desenterrando uma figura que simplesmente entrou para a História do rock, mas mesmo assim, é um anônimo. Já falei aqui em meu blog sobre a importância do Nirvana para a música (mesmo eu não sendo fã), e agora foco na figura que aparece nu na capa do disco mais famoso da banda, “Nevermind”, de 1991. Qualquer cidadão que aprecia o álbum, um marco em que simplesmente todas as suas músicas viraram singles, já se pegou perguntando quem era aquele bebê e como ele está nos dias atuais.

Pois bem, seu nome é Spencer Elden, e em 2009 completou seus 18 anos. Quando tinha apenas quatro meses, serviu de cobaia para a idéia maluca dos músicos Kurt Cobain e Dave Grohl, inspirados por um documentário sobre bebês que nasciam debaixo da água. As imagens destes nascimentos eram fortes demais, daí a banda preferiu uma foto simples de um bebê nadando. O diretor de arte Robert Fisher contratou o fotógrafo submarino Kirk Weddle para a missão, e Spencer, filho dos amigos do fotógrafo, Renata e Rick Elden, foi o escolhido. Kurt então teve a idéia de acrescentar a nota de um dólar pendurada no anzol. Se tornou numa complexa figura semiótica representando a ganância junto com a inocência do ser humano.

Na cabeça dos pais do garoto, a idéia era apenas se divertir, jogar a criança por alguns segundos na água para tirar foto para uma “bandinha qualquer”, e ainda ganhar U$ 200. Três meses depois, enquanto dirigia pela Avenida Sunset Blvd., a família Elden se deparou com um pôster do filho, com o órgão genital a mostra, na parede da tradicional loja Tower Records. Dois meses depois, a Geffen Records mandou a Spencer Elden – então com um ano de idade – um álbum de platina e um…ursinho de pelúcia (!). Coisa de louco! A capa foi tão marcante que uma edição comemorativa da revista Rolling Stone fez uma sátira usando o personagem Bart Simpson no lugar do bebê, omitindo o pênis por questão de censura. Grande fã dos Simpsons, Spencer considerou esta uma grande homenagem.“Isso, sim, foi algo realmente legal!”, disse em entrevista ao site National Public Radio.

bart-simpson-nevermind

E o garoto? Como será que leva a vida? Por incrível que pareça ele é um adolescente comum, que até hoje tenta lidar com o fardo de ter sido um ícone do rock. Além, é claro, de mais de mais de 30 milhões de pessoas que compraram o disco já terem visto suas partes íntimas. Quando não está se frustrando com vídeo games e computadores, Elden curte música — na sua maior parte techno — e diz estar “muito de saco cheio” por ainda estar no ensino médio e almeja entrar para a faculdade West Point.

É irônico, mas ele ele sente-se atraído pela era que deu a Kurt Cobain, tanta raiva. E ele justifica com o passar natural dos anos, mas sem frustração: “meus contemporâneos se concentram em jogar Rock Band no Xbox, tipo, isso não é uma banda de verdade! Essa é a diferença entre os anos 90 e os garotos de hoje; garotos no anos 90 realmente se juntavam e montavam uma banda”. E ele ainda tenta de se acostumar com os amigos chegando para ele e dizendo que pisou em sua cabeça, em um chão de alguma grande loja de CDs.

cevinSua imagem nostálgica é tão grande, que ele já foi convidado para figurar na capa de outro disco. No caso, “The Dragon Experience” do americano Cevin Key (foto à direita), quando tinha 13 anos. Obviamente, o impacto não foi o mesmo. Mas como às vezes brincar com o passado é divertido, Spencer periodicamente recebe propostas para reviver aquela capa de Nevermind. E assim o fez em novembro de 2008 para a MTV News, na piscina do Rose Bowl Aquatic Center, em Pasadena, Califórnia (primeira foto do topo). Porém, desta vez, com as partes íntimas cobertas. “É um pouco estranho pensar que tantas pessoas me viram nu. Me sinto como o maior ator pornô da história“, disse. Realmente, deve ser difícil fazer parte da História do rock, e sequer se lembrar de como foi.

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O mundo perde um ícone da música

Publicado por Thiago Sampaio em 15/06/2009

michael_jackson_Nesta última quinta-feira (25), o mundo perdeu, aos 50 anos de idade, o ícone Michael Jackson após sofrer uma parada cardíaca. A essa altura, tudo que é site da internet e programa de televisão que se possa imaginar já veiculou algo sobre os detalhes de sua morte e, principalmente, sua importância à História musical, e teremos o assunto como pauta principal ainda por pelo menos uma semana toda. Mas, pelo valor que este popstar (ele é o único ser humano do sexo masculino digno deste rótulo) representou, não podia deixar de prestar aqui sua homenagem.

Sem muitos alongamentos, Michael representa a imagem da fama, do sucesso que marcou o fim dos anos 80 e se arrastou durante todos os anos 90. Inovou no estilo de fazer música dançante embalada com ritmo frenético e solos viajantes de guitarra; inovou no estilo de dançar (preciso citar um tal de moonwalk?!); de se vestir, e até mesmo de fazer videoclipes, cujo os mesmo eram verdadeiros curtas-metragens durando cerca de 10 minutos de duração e com toda uma trama paranóica como pano de fundo.

Foram mais de 700 milhões de discos vendidos, ficando atrás apenas de Elvis Presley e The Beatles entre os recordistas (mesmo assim, seu “Thriller” é o primeiro da lista dos mais vendidos), muito dinheiro arrecadado e uma influência única no meio. Não é à toa que músicos de renome emprestaram seus serviços de graça compondo riffs em canções que entraram para a história, como Eddie Van Halen (“Beat It”) e Slash (“Black or White”).

caratulas_MICHAEL_JACKSON-THRILLER_Mas também sejamos honestos: não é por que ele se foi, que a mídia deveria torná-lo um santo, enquanto a mesma mostrou todo o seu processo de autodestruição. Por culpa dele próprio, é óbvio, mas o mundo todo acompanhou de perto suas polêmicas. Até de cor mudou; balançou o filho bebê pela janela em frente às câmeras; fez inúmeras plásticas no rosto a ponto de ficar parecido com um macaco do filme “Planeta dos Macacos”; se viu envolvido em denúncias envolvendo pedofilia (nem o já crescido Macauly Culkin escapou da polêmica); teve seu imenso parque batizado “Terra do Nunca” queimado; e morreu deixando uma pilha de dívidas absurdas.

Uma verdade é que toda a legião que o admira (ou admirou), vai sentir falta daquele Michael que não existe há mais de uma década. Este que morreu, já há algum tempo estava no ostracismo e servia apenas de piada para filmes de comédia pastelão e programas humorísticos. Quem sabe com sua morte, agora, finalmente respeitem a sua imagem.

De qualquer forma, é impossível deixar em branco toda a influência daquele menino negro que chamou atenção com uma bela voz no fim dos anos 70 nos Jackson 5 e se transformou no astro branco mais poderoso do mundo. Agora, ele irá se juntar a outros nomes que mudaram o nosso jeito de ouvir música, como Elvis Presley, John Lennon, Janis Joplin, Bob Marley e Jimi Hendrix. Michael, vá com Deus!

Matemos saudade do astro com o clipe de “Black or White”:

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Banda Steppenwolf está de volta à ativa

Publicado por Thiago Sampaio em 15/06/2009

16Qualquer ser que aprecia o bom rock e muita velocidade, certamente já associou o termo ‘liberdade’ a imagem de um veículo a 120km por hora, ao som de ‘Born to be Wild’. A canção do grupo canadense Steppenwolf, embalou o filme “Sem Destino” (1969), se tornando um clássico do estilo, e a banda virou nostalgia, parando as atividades em 2007. Isso por enquanto, pois, de acordo com o site Whiplash, eles estão de volta ao batente, para a alegria dos roqueiros tradicionais.

Formada em 1967 por John Kay (guitarra e vocal), Goldie McJohn (teclados), Michael Monarch (guitarra), Jerry Edmonton (bateria) e Nick Saint Nicholas (baixo), o Steppenwolf não apenas está de volta à ativa como já anunciaram em seu site ofical uma série de shows nos Estados Unidos.

Tradição é o que não falta ao lendário grupo. Além de emplacar outros clássicos como “Magic Carpet Rider” e “Rock N’ Roll Rebels”, eles foram os responsáveis pela primeira menção do termo “heavy metal” associado a música, no segundo verso da letra de “Born to be Wild” (no trecho “Heavy Metal Thunder…”).

Infelizmente, ainda é cedo para cogitar a vinda dos canadenses ao Brasil. A última passagem deles aqui foi no Brasilia Music Festival em 2007, no que foi o penúltimo show antes da anunciada aposentadoria. Mas, sonhar nunca é demais.

Vamos lá: estamos em tempos em que a cada 10 novas bandas atuais que explodem, apenas uma (com muita boa vontade) escapa demonstrando qualidade. E, vivemos tempos em que “dinossauros do rock” são mais do que louvados. Tanto que em 2008 bandas como AC/DC e Whitesnake lançaram ótimos novos álbuns, o Scorpions está em estúdio gravando um disco com lançamento previsto para 2010, e até relíquias como o Thin Lizzy voltaram às atividades. Por isso, nada mais apropriado do que o ótimo Steppenwolf voltar com força máxima…

Vamos relembrar o Steppenwolf com o clássico-mor “Born to be Wild”:

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“It Might Get Loud”: obrigatório para qualquer fã de guitarra

Publicado por Thiago Sampaio em 15/06/2009

IMGL_posterNinguém precisa ser minha namorada ou melhor amigo para descobrir que cinema e música são minhas grandes paixões. Por isso, quando estas duas vertentes se juntam, certamente a expectativa é um bom produto, tanto que alguns realmente marcaram (vide “Quase Famosos” e “C.R.A.Z.Y”). Zapeando pela internet, me deparei com este documentário abordando a evolução da guitarra durante os anos, que promete ser obrigatório para qualquer ser humano que admira um acorde do instrumento: “It Might Get Loud“, dirigido por Davis Guggenheim, do ótimo “Uma Verdade Inconveniente”.

A premissa é interessante pois foge completamente do lugar comum. A primeira coisa a se esperar seria um apanhado histórico apresentando os grandes guitarristas que já existiram, desde Chuck Berry, passando por Jimi Henrix, Eric Clapton, dentre muitos outros. Mas, qualquer figura que procurar sobre a história da guitarra pela internet ou em um livro, encontra isso fácil. O jornalista e músico Kid Vinil, por exemplo, faz isso muito bem e com linguagem simples em seu “Almanaque do Rock”, lançado em 2008 pela editora Ediouro.

A idéia de “It Might Get Loud” é impossível de ser encontrada em outro meio: reunir apenas três guitarristas, de épocas e estilos diferentes, cada um com sua devida importância. Juntos, através de um bom bate papo, troca de idéias e sons juntos, destilam suas contribuições ao rock durante o passar das décadas. E a escolha do trio não poderia ter sido melhor: Jimmy Page (Led Zeppelin), The Edge (U2) e Jack White (White Stripes).

it-might-get-loud

O jurássico Page é uma verdadeira lenda viva, responsável por, durante as décadas de 60 e 70, transformar o rock psicodélico e progressivo em algo mais pesado, dando o pontapé inicial para o heavy metal, através de riffs que ficarão eternizados até o fim dos tempos. Completo, talvez fosse a melhor definição para ele. The Edge, durante as décadas de 80 e 90, mostrou com o U2 uma fórmula de fazer um rock mais pop, através de ritmos e efeitos texturizados inéditos até então, servindo de influência para outras bandas contemporâneas como Radiohead, Coldplay, The Killers, entre outros. Um exígio produtor de singles.

Jack White, uma revelação do fim dos anos 90, é simplesmente um gênio da criatividade. Aquele adolescente de Dublin que chamou atenção com apenas dezessete anos de idade, estourou com o som indie e alternativo de sua banda, onde costuma respingar um pouco de sua rica formação em blues e country. Suas criações são curtas, cirúrgicas, precisas. Para se ter uma idéia de sua criatividade, basta conferir no trailer ele tirando  som com uma “guitarra” feita apenas com um pedaço de madeira e uma garrafa de vidro.

Acompanhar o encontro dessas três personalidades, cada uma explicando como passaram a construir seu estilo de som, deve ser uma experiência no mínimo eletrizante. Para quem toca guitarra, uma verdadeira aula. Para quem não, deverá mudar o modo simplório de como se ouve uma música, seja de heavy metal, pop ou alternativa.

O longa foi exibido no Festival de Cinema de Toronto, no Canadá, em setembro de 2008 e chega oficialmente aos cinemas americanos no dia 14 de agosto. Como nem tudo são flores, aí vem a notícia ruim: ainda não há previsão de estreia no Brasil. Quando chegar (e se chegar), deve ser em circuito fechado, ou sessão especial. Sou totalmente contra pirataria, mas casos como esse nos leva a reavaliar certas posições.

Confira abaixo o ótimo trailer do filme:

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Confirmado: Angra e Sepultura juntos, em agosto, no Siará Hall

Publicado por Thiago Sampaio em 15/06/2009

sepulta-e-angra-02Ainda faltam quase dois meses, mas essa merece uma divulgação imediata: um mega show promete deixar a nação roqueira do Ceará em êxtase. Nada menos que as bandas Angra e Sepultura virão a Fortaleza para apresentação no Siará Hall, no próximo dia 15 de agosto. Calma, não é só! As bandas de abertura são tão chamativas quanto: o rock sacana do Matanza (RJ), o death metal do Krisiun (RS), o rock alternativo do Alma, e as cearenses Darkside (uma das mais conceituadas bandas de heavy metal do estado) e a atual “Bambambam” Roadsider (uma das melhores revelações do rock local dos últimos dois anos).

Tal show vem sendo comentado nas últimas semanas em muitos fóruns da internet, pelo twitter, mas até agora, não saiu o anúncio oficial. Nem mesmo na agenda de shows das bandas constam vinda a Fortaleza. Mas, em conversa com Flávio Oliveira, vocalista da Roadsider, ele confirmou que o acordo para o dia 15 de agosto já está firmado. Depois, a própria assessoria do Siará Hall não negou a informação.

Tudo não passa de uma questão estratégica para o anúncio sair quando a data se aproximar, já que a expectativa é que os ingressos voem em questão de pouquíssimos dias. Vale lembrar: em 2008, o anúncio do show da banda The Offspring em Fortaleza demorou uma lenda para acontecer, também não constava na agenda da banda, mas no fundo todo mundo já sabia que estava confirmado.

O Angra tocou em Fortaleza há muito pouco tempo, mais precisamente no último dia 2 de maio, no mesmo Siará Hall, no show da retomada do grupo. Mas isso não deve ser empecilho para a bilheteria, visto que os fãs de heavy metal são mais fiéis do que muitos religiosos. O som pode parecer batido, repetitivo, mas não interessa, eles estão sempre lá. Sem falar que é uma oportunidade única ver a banda junto com outros grandes nomes. O Sepultura, por exemplo, tem uma carreira bem mais consolidada no exterior do que no Brasil, por isso, toda vez que eles vem, é um impacto quase de uma banda internacional.

trioA expectativa é de muito som pesado e solos viajantes de Andreas Kisser, Kiko Loureiro e Rafael Bittencourt (foto à esquerda), trio que, junto, já valeria o ingresso. Angra e Sepultura realizaram shows juntos no mês de maio em Porto Alegre-RS, São Paulo-SP, Rio de Janeiro-RJ, Belo Horizonte-MG, Vitória-ES, e a aprovação foi geral. Então, Fortaleza fica no aguardo deles, e dos “coadjuvantes” de muito luxo que prometem uma noite completa para a ala roqueira do Ceará.

Confira um vídeo com as bandas juntas tocando “Paranoid”, clássico do Black Sabbath:

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Banda III Niño se apresenta em Fortaleza

Publicado por Thiago Sampaio em 15/06/2009

nino

Depois que em 2008 Fortaleza finalmente se abriu para os grandes shows internacionais, começa em 2009  a leva de bandas estrangeiras a despontar em terreno cearense. No próximo domingo (21), o grupo de new metal III Niño se apresenta no Siará Hall, fechando a turnê pelo Brasil depois de passar por Brasília-DF, Rio de Janeiro-RJ, Curitiba-RS, Vitória-ES e São Bernardo do Campo-SP.

Por sinal, é duvidoso rotular III Niño como uma banda internacional. Formada em 1999, em New Jersey, nos Estados Unidos, ela tem em sua formação os brasileiros Cristian Machado (vocal) e Daniel Couto (percussão), o multiétnico Ahrue Luster (guitarra solo), os americanos Lazaro Pina (baixo) e Diego Verduzco (guitarra base), e o peruano Dave Chavarri (bateria).

Pois bem, esse “amontoado étnico” tem sido considerado uma grata revelação dessa nova – e convenhamos, fraca – geração de bandas de rock, apresentando um som que pode ser comparado a grupos como Soulfly, Slipknot e Disturbed. Ou seja: misturas de ritmos pop com distorções pesadas e vocais alternando entre o “audível” e os gritos absurdamente graves.

Ainda não é uma banda muito famosa, mas ganhou seu público fiel, principalmente no mundo underground. O primeiro álbum, “Revolution Revolución”, foi lançado em 2001, emplacando o single “What Comes Around”. Mas o sucesso veio mesmo com o segundo CD, “Confession”, lançado em 2003, que contava com o hit “How Can I Live”, que foi usado no filme “Freddy Vs Jason”. O disco foi o maior sucesso comercial da banda, emplacando outras músicas como “This Time’s for Real”.

Ill+Niño-Enigma(2007)O show de domingo faz parte da turnê do mais recente álbum, “Enigma” (o quarto do grupo, lançado em 2008), em que serão tocadas canções como “The Alibi of Tyrants”, “Me Gusta La Soledad” e “Pieces of the Sun”. Abrirão a noite as bandas: Skin Lab (SF) – Hyro da Hero (NY) , e as locais Triger to Forgget e My Fair Lady. Abertura dos portões às 18h.

Ingressos antecipados: Lojas Kangaço e All Street – (3254-2993 e 3264-2666). Contatos: (085) 3253-6439

Vamos lá: em 2008 tivemos no Ceará bandas de impacto como The Offspring, Nightwish, The Cult, Millencolin, Nazareth, Tarja Turunen, entre outros. Então, as expectativas para 2009 estavam a mil, começando o ano com Alanis Morisseti e até campanhas massivas para trazer ninguém menos que o Iron Maiden. Só que, já estamos na metade do ano e só tivemos McFly e agora III Niño. Particularmente, conheço muito poucos desses grupo.

Nada contra estas bandas, que em pouco tempo na estrada vem conseguindo um bom espaço, mas é pouco para o que se esperava. Esperamos que o segundo semestre seja compensador. Trazer nomes de impacto para o Ceará Music pode ser uma boa opção, pois só assim para o festival não cair no marasmo e lugar comum, aonde tem figurado nos últimos anos.

Confira o clipe de III Niño – How Can I Live:

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Alguém se lembra do baixista do Nirvana?

Publicado por Thiago Sampaio em 15/06/2009

Nirvana1No fim dos anos 80 e início dos anos 90, o cenário musical mundial estava dominado pela febre do punk rock e do hard rock. Porém, um novo estilo ganhou seu espaço, fazendo uma mistura da simplicidade do primeiro com a agressividade do segundo: era o grunge. E não existe banda que represente melhor a explosão do estilo do que – perdão Alice in Chains – o Nirvana.

Há quem ame e há quem odeie. Independente do talento musical dos integrantes, não tem como negar que o trio (que lá pelo final se tornou um quarteto) conseguiu, através de melodias simples fazer hits que ficam na cabeça por dias. Que jogue uma pedra qualquer um que toca um instrumento de cordas, caso as primeiras notas aprendidas não tiverem sido a introdução de “Come As You Are”.

Fato é que  o vocalista e guitarrista Kurt Cobain, após sua polêmica morte em 1994, se tornou um ícone do rock. Seja pela sua história como músico, ou pelas atitudes extremamente descoladas ou pelo envolvimento abusivo com drogas, não tem como negar seu fardo icônico, algo que talvez fosse diferente caso estivesse vivo. O baterista Dave Grohl, se tornou vocalista e guitarrista do Foo Fighters, uma das bandas mais bem sucedidas dos anos 90-2000. Não bastasse o sucesso com as bandas, Grohl ainda é considerado um dos instrumentistas mais completos da atualidade – aqui e acolá ele ainda mata saudades da bateria, como fez em turnê com o Queens of the Stone Age, e ainda mostra que é excelente.

novaselicAgora, e o baixista? Alguém se lembra dele? Pois bem, o tempo passou e Kris Novoselic caiu no ostracismo, passando por bandas de pouca expressão como Eyes Adrift, Sweet 75 e a atual Flipper. O que poucos sabem é que Novoselic é também um ativista político adepto do Partido Democrata. Segundo o site Whiplash, ele voltou recentemente à mídia ao anunciar que está concorrendo a um cargo público para protestar contra o sistema eleitoral do estado de Washington.

Um pequeno detalhe: o partido pelo qual concorre, é fictício. Isso mesmo, não existe! Ele se inscreveu no dia 3 de junho como candidato a um cargo no condado de Wahkiakum pelo partido fictício ‘Grange Party’, com o intuito de chamar atenção sobre as políticas estaduais que dão total liberdade aos candidatos para nomearem sua filiação partidária. Pela legislação dos EUA, tal medida no mínimo estranha é permitida atualmente. Em explicação ao The Daily World, Novoselic disse que sua intenção é mostrar como a legislação atual confunde os eleitores, já que isso era ilegal anteriormente. Ah, e ele é blogueiro também: grande parte de seus devaneios políticos podem se conferidos em seu blog pessoal.

Já pensou se a moda pega no Brasil, e músicos desaparecidos inventam de ingressar na política em “partidos fantasmas”? Do jeito que tudo é uma comédia mesmo…

Vamos relembrar o Nirvana com “Heart Shaped Box”:

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