Na última terça-feira (23), estreou em todo o Brasil o filme “Transformers: A Vingança dos Derrotados”, com um dia de antecedência da data de estreia mundial. Pois bem, antes mesmo da chegada aqui no Brasil, já surgiam algumas críticas do longa na internet, e simplesmente todas eram negativas. Algumas mais rígidas, e outras mais ponderadas, levantando alguns aspectos positivos. Pois bem, consegui assistir ao filme antes da grande maioria dos brasileiros, em uma sessão “teste de cópia” de um cinema de Fortaleza, e, por mais que esperasse uma bomba, me surpreendi.
O filme está longe de ser uma obra-prima, é recheado de defeitos que chegam a doer, a “história” praticamente não existe, o diretor Michael Bay continua com suas manias irritantes de exagerar em tudo – principalmente nos cortes frenéticos que deixam o espectador tonto – a barulheira é de ensurdecer, mas…diverte!
Até agora, minha crítica na internet – feita para o site Cinema com Rapadura – foi a primeira que vi a fazer uma avalização positiva. Agora, me perguntem: por que é bom mesmo com tantos defeitos? Convenhamos, estamos tratando de um longa-metragem de ação sobre alienígenas robôs gigantes que se camuflam de veículos. Pode uma premissa tão absurda ser levada a sério a ponto de cobrarem roteiro inteligente com impactos na sociedade?
Cresci brincando com aqueles carrinhos que se transformavam em robôs (por sinal, como era difícil transformá-los, e no cinema isso acontece em 2 segundos), e assistindo ao desenho. A expectativa de ver essa nostalgia transposta com atores reais em 2007, ano de estreia do primeiro filme, era altíssima e foi muito bem concretizada, por mais que aquele filme não tivesse nada demais além dos ótimos efeitos especiais. E o mesmo se repete nessa continuação! Tudo aquilo que permeava os personagens na década de 80, está de volta na continuação, em maior escala, porém sem o fator novidade ao seu favor. A ação continua sendo coisa de louco!
Assisti tentando visar o propósito a que o filme fora feito: divertir aos fãs com muita ação que foge os padrões da realidade, juntamente com a nostalgia (além de arrancar muita grana nas bilheterias, que é o principal). Sendo assim, a diversão foi mais do que garantida. E uma coisa eu garanto: não fui o único a pensar assim. Ao assistir novamente na terça-feira (como já havia ganho o ingresso, não quis desperdiçar…), ouvi muitos gritos de vibração durante a luta na floresta entre Optimus Prime, Megatron e Starscream, e ao final, havia muitos comentários de “que filme show”, ou “muito melhor que o primeiro”. Vale lembrar que era uma seção de 22h, onde só haviam adultos.
Posso até discordar das afirmações de que supera o primeiro, mas para mim, isso comprova que esse tipo de filme existem pois existe público alvo! Perdão aqueles que estufam o peito para dizer que só apreciam “cinema de arte”…
Para conferir a crítica, clique aqui. E clique aqui para conferir a do primeiro filme.
Neste sábado e domingo (20 e 21), o
As apresentações estão marcadas para iniciar às 21h. O Teatro do Humor Cearense fica na Rua Osvaldo Cruz, 01, Beira Mar (prédio do McDonald’s). Ingressos antecipados: loja Nord West (Shopping Benfica) e portaria do Teatro do Humor. Preços: Inteira R$ 30,00, e Meia R$ 15,00. (qualquer um que imprimir o flyer clicando 
O show de domingo faz parte da turnê do mais recente álbum, “Enigma” (o quarto do grupo, lançado em 2008), em que serão tocadas canções como “The Alibi of Tyrants”, “Me Gusta La Soledad” e “Pieces of the Sun”. Abrirão a noite as bandas:
Nesta terça-feira (16), chega a Fortaleza o diretor do longa-metragem de ficção científica “Área Q”,
Halder e Gerson (na foto à direita, junto com Carina Sanginitto) são parceiros de longas datas. Halder foi produtor do longa “Beyond the Ring” dirigido por Gerson, e a dupla dirigiu junta o eficiente suspense “